Cascata do Monte Sete

A geografia com declives muito acentuados e a existência de várias nascentes de rios e ribeiras como o Rio Xévora ou Gévora afluente do Rio Guadiana o Rio Sever afluente do Rio Tejo, leva à existência de várias cascatas no Parque Natural da Serra de S. Mamede em pleno Alentejo, para além da beleza das cascatas de S. Julião, uma das cascatas a Cascata do Monte Sete que se encontra sinalizada neste mapa 3D do Concelho de Portalegre (à direita do pico da Serra de S. Mamede), forma um pequeníssimo açude que permite refrescar nas suas águas cristalinas. Convém deixar a viatura no cimo do pequeno planalto no caminho de terra batida, e descer a pé o declive bastante acentuado mas acessível, a queda de água é visível e audível do cimo do declive, ao descer passa-se numa zona de extracção de xisto, num percurso de cerca de 10 minutos a pé.

S. Julião é uma freguesia do Concelho de Portalegre que faz também fronteira com o Concelho de Marvão e com Espanha.  Apenas a 10 Km da Casa da Escusa. Siga as seguintes indicações:

tal como indicado no mapa, 

O Ponto B situa-se junto à estrada, a seguir a um pequeno grupo de casas e à tasca da cascata, precisamente em frente da estrada situada à direita que segue para Portalegre, em frente segue-se para o Monte Sete e Teixinha. Vira-se à esquerda mesmo junto a uma casa pelo caminho de alcatrão que passados alguns metros é de terra batida, existe uma primeira bifurcação com uma indicação pouco visível a indicar Cascata, seguir em frente, até aproximadamente a localização: 39º 18´55” N   07º 19′ 54” W.

Consulte o mapa interactivo

No Ponto A localiza-se a Casa da Escusa

No ponto B, onde se corta à esquerda, abandonando a estrada de alcatrão

No Ponto C, um local aconselhado para estacionar o carro

No Ponto D, o curso de água onde se situa a cascata

Nesta bifurcação virar à direita,

Corresponde ao Ponto C assinalado no mapa. Aqui junto a esta placa deve-se estacionar a viatura, e seguir a pé pelo caminho de terra.

Seguir pelo caminho,

A partir daqui a cascata já se consegue ver e ouvir.

É necessária alguma precaução nesta zona do caminho devido ao declive e ao solo solto de xisto,

Passa-se  na pedreira de xisto,

A cascata é bem visível e audível e uma óptima zona para retemperar forças ou até para um pic-nic,

O caminho vindo a pedreira segue em frente, é necessário virar à esquerda na primeira bifurcação, o caminho é íngreme e tem muita vegetação de ambos os lados,

Devido à proximidade da água a vegetação adensa-se e por vezes é necessário desviar as silvas que neste ponto fazem um túnel,

Estamos já junto ao curso de água, é necessário cuidado com as rochas que devido à humidade se tornam escorregadias,

A cascata vai formando pequenos açudes, convém escolher o melhor caminho para continuar a subida,

Daqui é bem visível a zona inicial da cascata e neste pequeno açude é possível entrar na água e refrescar-mo-nos,

Para aceder à zona inicial da cascata é necessária alguma destreza subindo por ambos os lados do curso de água,

Para os amantes da fotografia esta é uma óptima zona para disparar ou montar o tripé, nesta zona só o som da água se ouve e o ambiente é bastante fresco e húmido,

É necessário ainda mais cuidado ao iniciar a descida e difícil deixar para trás um local tão belo e agradável, em particular no Verão, quando a diferença de temperatura se acentua ainda mais.

Pode também visitar aqui uma página do Facebook dedicada a S. Julião

Ou neste diário de viagem do jornalista Nuno Ferreira (Ex-Expresso, ex-Público) que atravessou Portugal a Pé.

Cascata do Monte Sete – 1

Cascata do Monte Sete – 2 

Ou mesmo ao lado na Salta de Pega

Ou na Cascata da Rabaça